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Updated: Friday, 6 January 2006 09:53 BRT
Alem do Trivial
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Thursday, 5 January 2006
Novo Blog
Mudei o blog para: Alem do Trivial
Postado por Tchobi
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Updated: Friday, 6 January 2006 09:53 BRT
O Senhor Do Tempo
Numa dimens?o alem do tempo e espaco vivia Cronos. Senhor do tempo resolveu investigar detalhadamente o que estava se passando, pois havia um enorme fluxo de pessoas deixando e retornando a Terra. Atraves da forca do pensamento materializou-se por volta do ano 10.000 antes de Cristo. A Era Glacial chegara ao fim e com o desenvolvimento da agricultura formaram-se as primeiras civilizac?es. Os principios de igualdade se iniciavam com sociedades que trabalhavam por um bem comum, afinal apos tanto sofrerem com o frio da ultima era, acabaram por se unir para enfrentarem estes obstaculos que iam de encontro com a sobrevivencia de toda a especie humana. Avancando para o ano 3.000 antes de Cristo, Cronos percebeu notaveis diferencas. As civilizac?es estavam mais organizadas. A escrita se manifestava e havia tambem certo dominio sobre os metais. Com imensos monumentos, piramides e tumbas estava claro o quanto haviam evoluido em se tratando de conhecimento. Mesmo assim percebeu que algo estava errado. A igualdade existente ha 7.000 anos n?o mais existia. Muitos trabalhavam para que poucos gozassem do que havia de melhor. Estes eram considerados como pessoas sagradas e eram respeitados como Deuses. O povo se sentia injusticado e indignado com tamanha desigualdade. N?o se conformavam com isso e a luta pelo poder se mostrava constante. Tanto para os pobres quanto para os ricos o sinonimo de felicidade nesta epoca era o poder. Saindo dali Cronos avanca dois mil anos e se materializa nas proximidades de um deserto. Observa que os antigos escravos fundaram outra civilizac?o onde rituais religiosos eram seguidos segundo dez mandamentos que regiam as normas de conduta dos cidad?os. A intensidade das lutas diminuira, mas por uma quest?o de fundamentalismo religioso os conflitos continuavam. Cronos acreditava que com o passar do tempo estes seres t?o promissores se livrariam disso. Avancou pouco mais de mil anos e ao alto de um monte se encantou com as palavras de um estranho homem que nascera em Nazare. Ele se identificava como o filho enviado por Deus, o messias prometido, aquele que traria paz a Terra. Durante quase duas decadas se manteve afastado da sociedade vivendo como um homem comum. Eis que aparece, aos trinta anos de idade e comeca sua ardua jornada de explicar e tambem acrescentar conceitos as antigas escrituras. Muitos o condenaram e por medo o crucificaram. Seu corpo n?o suportou, mas seus conceitos viraram solidas referencias para o mundo. Apos uma breve passada pela idade media, Cronos assustado pela violencia exercida em nome do Nazareno, avancou para o ano 2.000. Ficou maravilhado com as transformac?es. Observou o desenvolvimento tecnologico, a organizac?o das sociedades e a intensa corrida atras de formac?o academica e profissional para conseguirem manter um determinado padr?o de vida. O ocio existente em tempos passados era considerado como perda de tempo para aqueles que a cada minuto de tudo queriam experimentar. Sua alegria durou pouco. Voltando-se para o hemisferio norte e retornando para o sul percebeu quest?es preocupantes: as desigualdades sociais ainda existiam e a luta pelo poder se tornara menos explicita, porem muito mais intensa. Atraves de falsa publicidade paises de grande poder belico se faziam de pacificos e cooperadores ao passo que em segundo plano almejavam o dominio e o monopolio de certos recursos naturais do planeta. A inteligencia do ser humano estava incrivelmente desenvolvida, mas da mesma maneira que era usada para o bem de todos tambem era usada para o mal com a finalidade de atender interesses de uma classe dominante que como no passado visava se manter no poder. Cronos avancou para o ano 3.000. O mundo moderno chegara ao seu apice e com ele o mal tambem se desenvolvera. Os paises do hemisferio norte foram devastados quase em totalidade por um asteroide que caira no Oceano Artico pouco depois da segunda decada do seculo vinte um. Prevendo a tragedia os paises mais fortes, daquele hemisferio, invadiram os subdesenvolvidos que por falta de desenvolvimento belico n?o tiveram escolha para abriga-los. Havia solo suficiente para o cultivo e produc?o de alimentos para todos. Era uma quest?o de escolha. Podiam todos trabalhar por um bem comum ou lutar novamente pelo poder. Infelizmente escolheram a segunda opc?o. Os habitantes dos paises invadidos ofereceram suas casas para que se hospedassem. Prepotentes n?o aceitaram. Queriam obter o controle total destes pobres paises do hemisferio sul. Um dos lideres encontrara uma soluc?o muito cruel para o termino destas diferencas. Exilaria aqueles que supostamente em nada teriam a acrescentar a sociedade. Aplicou-se um teste de conhecimentos gerais em todo o planeta. Dois tercos da populac?o n?o sabia nem ler nem escrever. Estes foram exilados para o hemisferio norte onde mais tarde com o impacto do asteroide morreriam em poucos segundos com as intensas ondas geradas na regi?o e consequente resfriamento da mesma. Bilh?es de seres humanos simples e humildes morreram de uma so vez. Com tantas mortes a distribuic?o de renda e alimentac?o passaram a se estabilizar e assim ate o termino do terceiro milenio muito puderam se desenvolver. Cronos n?o imaginava que o conhecimento pudesse acarretar em tanto sofrimento. Avancou ent?o para o ano 10.000. N?o sabia o que estaria por vir. Ao materializar-se em solo terrestre vislumbrou-se com uma inesperada harmonia em que os seres humanos estavam vivendo. Relembrou-se dos principios de igualdade existente ha vinte mil anos. Das vinte bilh?es de pessoas que habitavam o planeta em 3.000 restavam apenas cem milh?es. Por volta de 6.000 a desigualdade social se mostrava muito intensa e os grandes lideres mundiais exilaram definitivamente os nativos dos paises que haviam invadido e que ja estavam habitando ha tres mil anos. Os latinos americanos, brasileiros, africanos, indianos, tibetanos, dentre outros foram todos exilados para a Australia. O restante do mundo habitavel, que consistia na America do Sul e Africa, basicamente estava sob comando dos grandes lideres dos antigos paises de primeiro mundo. A Australia se tornou um pais fraco economicamente, porem muito forte cultural e moralmente. Todos trabalhavam por um bem comum. Com a experiencia milenar de suas culturas, uniram-se e retomaram o desenvolvimento partindo da agricultura. N?o havia empregos, porem havia trabalho para todos. A cooperac?o, disciplina e a forca de vontade foram fatores primordiais para o equilibrio e igualdade social que se estabelecia. As poucas doencas que surgiam eram sanadas atraves de terapias alternativas a base de ervas e passes energeticos. Trabalho, dedicac?o e felicidade eram os atributos desta nova Australia. A natureza era implacavel. Os continentes americano e africano estavam poluindo absurdamente o planeta. Eis que em 8.000 com a reduc?o da camada de ozonio em decorrencia deste destrato, as geleiras que ate ent?o cobriam todo hemisferio norte passaram a se derreter. Os ventos do norte se colidiram com os do sul. Nos Oceanos Indico e Atlantico, uma sucess?o de furac?es de quinta ordem devastaram completamente os dois continentes dominantes no planeta. Um deles alcancou a Australia, devastando uma frac?o daquele pais renascido. Os unicos sobreviventes em todo o planeta eram os que restaram na Australia. Nesta mesma epoca imigraram para seus paises de origem, pois o mundo voltara a ser como era no seculo vinte um, com a diferenca de n?o mais ser habitado como antes. Em dois mil anos, por volta de 10.000, a Terra estava novamente povoada como antigamente, porem n?o mais havia um sistema capitalista onde a desigualdade imperava. Havia um sistema onde cada pais cooperava com o que tinha de melhor e o dinheiro se fez desnecessario mediante a conquistada e merecida evoluc?o espiritual desta nova gerac?o. Cronos voltou para sua dimens?o. Estava contente por ter acompanhado toda a trajetoria desta especie e percebeu como de certa forma as previs?es daquele Nazareno estavam corretas. Os mansos e pacificadores acabariam por herdar a Terra. (Tchobi)
Postado por Tchobi
at 14:57 BRT
Updated: Thursday, 5 January 2006 15:01 BRT
O Revolucionario
S?o Paulo, por volta de 2005, vivia Fabiano, um jovem muito inteligente de vinte e dois anos que lutava por um futuro melhor. Trabalhava e fazia faculdade. Vindo de uma familia de classe media nunca havia passado qualquer tipo de necessidade financeira. Sua faculdade de direito, onde cursava o quarto ano, fez com que lhe surgissem alguns sentimentos de revolta perante as desigualdades sociais. Muito criativo, exprimia suas ideias num forum de discuss?es na Internet. Era admirado por seu senso de justica e por acreditar incondicionalmente num ideal de igualdade. Muito lia sobre os grandes revolucionarios que lutavam pelo mesmo ideal. Estas bases literarias serviam como combustivel para o desenvolvimento de suas discuss?es. Mais tarde, atraves da colaborac?o de admiradores, fundou um grupo de estudos sobre estes temas que tanto o agradavam e o completavam. Seus finais de semana eram ocupados por estas atividades de estudo. Os temas mais discutidos eram sobre maneiras de mudar a t?o injusta situac?o da sociedade. Muitas sugest?es eram dadas. Desde um socialismo radical ate um capitalismo com maiores oportunidades para aqueles menos favorecidos. Para Fabiano nada mais importava alem de buscar justica para o mundo. Costumava menosprezar tudo ou todo aquele que se mostrasse adverso aos seus ideais. No grupo de estudos conheceu Daniela, que mais tarde, por afinidade intelectual passou a ser sua principal aliada, bem como sua namorada. Havia uma paix?o enorme entre os dois. Passavam horas discutindo sobre a causa. Alguns meses se passaram. Fabiano se mostrava uma pessoa inflexivel e infeliz. Muito criticava e pouco fazia. Era muita teoria e pouca pratica. Expulsou alguns participantes do grupo. Pelo fato de terem outros compromissos com suas familias e amigos n?o puderam comparecer em todas as reuni?es. Fabiano os considerava traidores, fracos, covardes, pois aquilo o denotava falta de compromisso e irresponsabilidade. Apaixonado pelo ideal n?o percebia a raz?o de sua insatisfac?o. Quando questionado alegava que a raz?o era decorrente da desigualdade social, mas n?o convencia. Certo dia, sozinho com Daniela, caiu em prantos ao dizer que n?o mais sabia o que se passava. Daniela acariciava seus cabelos enquanto deitado em seu colo exprimia suas angustias revoltado com um mundo que n?o o compreendia. Fabiano lembrou-se de um de seus colegas de estudo: Marcelo, uma pessoa equilibrada e que apesar de n?o possuir religi?o era muito apegado a Deus. Ele o expulsara do grupo de estudos por ter faltado em duas reuni?es consecutivas. Nem perguntara o motivo. Mais tarde ficou sabendo que seu pai estivera internado durante vinte dias daquele periodo. Vitima de pneumonia, por se encontrar em estado de idade avancada, muito teve que lutar para receber alta. Fabiano foi visita-lo. Ficou impressionado pela receptividade mesmo apos todo o ocorrido. Conversaram sobre diversos assuntos. Num deles discutiram sobre a vida de alguns profetas responsaveis pelo surgimento de algumas religi?es no mundo. Fabiano queria entender como puderam lutar por um ideal mantendo a serenidade e equilibrio. Marcelo explicou que por mais que sentissem a injustica no mundo, nunca haviam vinculado seus estados emocionais com o cumprimento de suas metas. N?o esperavam por rapidamente extinguir todo o mal. Simplesmente fizeram de suas vidas a transformac?o que queriam para o mundo. Nunca deixaram de acreditar no bem comum, porem sabiam e aceitavam o fato de que isto demandaria mais tempo do que o t?o curto periodo de suas passagens por este mundo. Marcelo ressaltou tambem sobre o contraste entre o passado e o presente. No passado o mais forte era o dominante. Hoje em dia o que tem feito diferenca s?o a sabedoria, a sensibilidade e a capacidade de lidar com situac?es adversas. Compreendendo que o sofrimento fazia parte de um processo de renovac?o mundial e que a t?o esperada igualdade seria consequencia de tudo isso Fabiano encontrou um outro sentido para sua vida. Percebeu que n?o amava Daniela e se separaram. Continuariam amigos e n?o perderiam contato. Marcelo abrira seus olhos. Apaixonado por seus ideais esquecera de si mesmo. Deste dia em diante, Fabiano procurou se abrir para novos conhecimentos. Queria compreender um pouco melhor do mundo a sua volta, da raz?o de nem sempre as coisas fluirem como queria. Marcelo explicaria isso e mais coisas. Acabaram se tornando grandes amigos e sempre felizes n?o puderam mudar as injusticas que ainda pairavam no ar, mas fizeram do resto de seus dias a transformac?o que queriam para o mundo. (Tchobi)
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at 14:51 BRT
Updated: Thursday, 5 January 2006 14:55 BRT
O Hospede
Num distante vilarejo onde o mundo moderno ainda n?o havia chegado. Marcio, marido de Monica, era proprietario de um Hotel. Todos os dias, Monica esperava ansiosamente por seu marido ate que chegasse do trabalho para lhe servir o jantar e conversar sobre os acontecimentos do dia. Ela o amava verdadeiramente e se mostrava disposta a ajuda-lo em qualquer situac?o. Marcio era uma pessoa distante e reservada. Sempre de cara fechada, muito escutava e pouco ouvia, muito falava e pouco dizia. Sempre quiseram ter filhos, mas Monica n?o conseguia engravidar. Seu marido nunca lhe dissera, mas deixara de deseja-la apos alguns anos de tentativas. Insatisfeito com a vida preenchia seu vazio interior dedicando grande parte de seu tempo ao trabalho em seu Hotel. Buscava alegrias que o pudessem lhe fazer esquecer da suposta infelicidade que possuia em casa. Interagia com muitas pessoas, mas internamente se sentia solitario. Houve um tempo em que se envolveu com uma de suas funcionarias. Sua mulher ficou sabendo atraves de uma amiga, mas nunca quis acreditar. O tempo passou. Marcio de muitas alegrias provou. Ainda triste e cansado de sofrer, percebendo que de nada adiantava outra mulher ou qualquer outra alegria imediata passou ent?o a se questionar. Por que n?o conseguia ser feliz? Seria ele um homem injusticado pelo destino? O que estaria lhe faltando? Certo dia, esbarrando-se com um hospede incomum e de trajes humildes iniciou uma conversa de onde acabaram surgindo respostas as suas quest?es: “Marcio, a felicidade n?o esta nas coisas ou nas pessoas. A felicidade esta dentro de cada um de nos e so poderemos alcanca-la quando nos autoconhecermos suficientemente”. Impressionado Marcio perguntou como poderia fazer para se autoconhecer. O hospede lhe respondeu: “Procure refletir sobre suas atitudes sempre se colocando no lugar do outro. Isto fara com que passe a tratar as pessoas da mesma maneira que gostaria de ser tratado”. Naquele mesmo dia, Marcio ao retornar para casa, relatou o ocorrido a sua mulher. Monica disse que estas palavras lhe pareciam muito familiares, apesar de n?o conseguir se lembrar de quando ou onde as havia ouvido. Marcio, como n?o tinha nada a perder, procurou colocar em pratica os conselhos daquele sabio hospede de trajes humildes. Em pouco tempo, Marcio pode sentir algo ate ent?o inedito. Sentia-se feliz. Era um calor que partia de seu corac?o e se expandia por todo corpo. Inexplicavelmente um mes depois Monica engravidou. O casal que ate ent?o levava uma vida apagada e sem brilho pode resgatar, mas de uma maneira definitiva, o mesmo sentimento de alegria e felicidade do tempo em que eram recem casados. A prosperidade passou a fazer parte do cotidiano dos dois. Vitoria sem duvida estava em boas m?os. As pessoas que conheciam Marcio perceberam suas mudancas e de certa forma passaram a se contagiar com tamanho entusiasmo. Perguntavam sobre como havia conseguido alcancar este estado de paz interior. Ele simplesmente lhes repetia as poucas palavras daquele sabio hospede de trajes humildes. Pouco a pouco, sucessivamente, o povo daquele vilarejo conseguiu alcancar a mesma felicidade de Marcio seguindo as palavras do hospede. Paz, harmonia, amor. Era tudo que os viajantes percebiam quando entravam naquele t?o singular e distante vilarejo onde o mundo moderno ainda n?o havia chegado. (Tchobi)
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Tuesday, 27 December 2005
Linhas Tortas
Todos nos temos objetivos na vida. Deus nos deu o livre arbitrio para fazermos o que quisermos. Trabalhamos todos os dias em busca destes objetivos. Alcancamos muitos deles, porem nem todos. Alguns caminhos que tomamos n?o s?o completados, porque algo acontece para impedir que continuemos. Estes s?o os nossos problemas que muitas vezes nos fazem sofrer. Por que Deus permite que passemos por estes problemas? Por que alguns deles sempre se repetem? Seriam castigos? Deus, nosso Pai maior, quer que sejamos felizes, pois nos ama mais do que qualquer outro poderia amar. Ele nos permite escolher qualquer caminho. Quando acertamos, Ele nos da forca para continuar. Quando erramos, Ele faz com que paremos para seguir para um outro que seja melhor para nos. Desta forma, quando alguma coisa que queremos da errado n?o devemos nos lamentar, mas sim agradecer muito por sermos avisados. N?o adianta insistir no erro. Deus n?o permite que rumemos para a infelicidade. Ele vai nos impedir de continuar quantas vezes forem necessarias. N?o existem castigos. O que existem s?o “corretivos de rota”. Nunca e tarde para deixarmos de errar. Nosso presente e algo consequente do passado. Este n?o tem volta, mas o futuro e algo que depende das escolhas de hoje. Seguindo o bem passaremos a contar com ajuda de Deus. Ele nunca nos abandona. Quando percebe que nos arrependemos, nos perdoa e nos da outra chance. No mundo dos homens podemos enganar algumas pessoas e tirar grandes proveitos de determinadas situac?es. Acontece que Deus sabe de tudo e n?o permite que vencamos quando n?o existe merecimento, pois se assim fosse nunca aprenderiamos a seguir o caminho do bem. N?o adianta tentar vencer sem trabalho honesto. O maximo que conseguiriamos seriam mais e mais problemas, ou seja, avisos e mais avisos para que mudemos de rumo. Existem pessoas que percebem isso logo nos primeiros avisos. Existem outras que insistem no erro, e as vezes levam a vida inteira para aprender algo t?o simples: o caminho do bem e o unico que prospera. E por isso que Deus escreve certo por linhas tortas, pois faz com que desviemos de um caminho errado para aquele que nos levara a verdadeira felicidade que tanto buscamos. Nem sempre percebemos que ela esta num caminho oposto aquele que julgamos ser o correto, ou simplesmente aquele que parece ser o mais facil. Tenhamos fe. Agradecamos por nossos problemas, “corretivos de rota”, e tentemos n?o cometer os mesmos erros do passado para que merecamos ser felizes. (Tchobi)
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at 09:49 BRT
Updated: Tuesday, 27 December 2005 09:51 BRT
Friday, 23 December 2005
A Visita da Verdade
Numa caverna escura, onde a claridade nunca surgira, vivia um homem muito simples que implorava o socorro divino. Declarava-se o mais infeliz dos homens, n?o obstante, em sua cegueira moral, sentia-se o melhor de todos. Reclamava do ambiente f?tido em que se encontrava. O ar pestilento o sufocava. Pedia a Deus uma porta libertadora que o conduzisse ao conv?vio do dia claro. Afirmava-se robusto, apto, capaz. Por que motivo era conservado ali, naquele insulamento doloroso, em atmosfera t?o insuport?vel? Suas s?plicas, entre a revolta e a amargura, foram percebidas por Deus que, profundamente compadecido, enviou-lhe a f?. A sublime virtude exortou-o a confiar no futuro e a persistir na ora??o. O infeliz consolou-se mas, logo em seguida, voltou a lamuriar-se. Queria fugir, desistir, abandonar a vida, e como suas l?grimas aumentavam, Deus mandou-lhe a esperan?a. A emiss?ria divina afagou-lhe a fronte e falou-lhe da eternidade da vida, buscando secar-lhe o pranto desesperado. Rogou-lhe calma, resigna??o e fortaleza. O pobre homem pareceu melhorar, mas, decorrido algum tempo, voltou ? lamenta??o. Comovido, o senhor da vida determinou que a caridade o procurasse. A nova mensageira acariciou-o e alimentou-o. Endere?ou-lhe palavras de carinho e amparou-o, como se fosse abnegada m?e. Todavia, o infeliz persistia gritando, revoltado. Foi ent?o que Deus enviou-lhe a verdade. Quando a portadora do esclarecimento se fez sentir na forma de uma grande luz, o infortunado, pela primeira vez na vida, viu-se tal qual era e apavorou-se. Seu corpo estava coberto de chagas, da cabe?a aos p?s. Agora, somente agora, ele percebia, espantado, que ele mesmo era o respons?vel pela atmosfera intoler?vel em que vivia. Tremeu cambaleante e horrorizou-se de si mesmo. Sem coragem de encarar a sublime visitante que lhe abria a porta da liberta??o, fugiu apavorado, em busca de outra furna onde conseguisse esconder a pr?pria mis?ria que s? ent?o reconhecia. Assim ocorre com a maioria dos homens perante a realidade. Sentem-se com direito a receber todas as b?n??os do pai eterno e gritam fortemente, implorando a ajuda celestial. Enquanto amparados pela f?, pela esperan?a ou pela caridade, consolam-se e desesperam-se, cr?em e descr?em, t?midos, irritadi?os e hesitantes. Quando a verdade, por?m, brilha diante deles, revelando-lhes a real condi??o em que se encontram, costumam fugir apressados, em busca de esconderijos, nos quais possam cultivar a ilus?o. Pense nisso! Em uma ocasi?o Jesus disse que somente a verdade far? livre o homem. Acostumemo-nos, pois, ? sublime luz da verdade, reconhecendo em n?s mesmos as causas de nossas desditas e buscando, corajosamente, meios de alcan?ar, de modo definitivo, nossa liberta??o. Com base no cap?tulo 25 do livro Jesus no lar, Francisco C?ndido Xavier, pelo Esp?rito N?io L?cio.
Postado por Tchobi
at 15:00 BRT
Updated: Monday, 26 December 2005 10:12 BRT
Friday, 5 August 2005
Alegria e Tristeza
Todos nos passamos por momentos de alegria e tristeza. Estas antiteses s?o inevitaveis. O escuro n?o existe sem o claro. Estes fatos s?o imutaveis, mas existe uma escapatoria para n?o sermos meros influenciados. Esta no equilibrio e na compreens?o de que tudo que acontece nos leva para um degrau acima na escada da evoluc?o. A alegria nos serve de incentivo para continuarmos pelo mesmo caminho. A tristeza nos faz refletir e rever nossos conceitos. Quando os revemos passamos a n?o mais considerar necessariamente um fato triste como tal, mas sim como algo que faz parte de um contexto maior. Tudo esta na interpretac?o que damos aos fatos. A interpretac?o depende de nossos valores e do que realmente buscamos da vida. Se estamos depositando nossos corac?es em tesouros ilusorios, vindos deste mundo material e transitorio, ent?o sem duvida os momentos tristes ser?o mais constantes. Mas se os depositamos no permanente, no imutavel, ou seja, no desenvolvimento de nossa essencia imaterial ent?o as alegrias passar?o a ser mais constantes. O mais feliz e aquele que sabe o que desejar. Pois de pseudo-felizes nosso mundo ja esta repleto e s?o todas estas pessoas que sustentam e colaboram para que o capitalismo prospere gerando cada vez mais desigualdes sociais. Portanto, antes de cairmos em prantos, analisemos, reflitamos aonde estamos focando nossas energias para ent?o percebemos se somos azarados ou simplesmente mal instruidos. (Tchobi)
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at 18:25 BRST
Updated: Friday, 5 August 2005 18:28 BRST
Tuesday, 23 November 2004
Resumo de uma das aulas que tive
Parte 1 - Prop?sitos e Objetivos de Vida H? pessoas que t?m objetivos de vida. Outras que fazem de seus objetivos conseq??ncia de prop?sitos de vida. Prop?sito de Vida: Inalcan??vel, Imut?vel Exemplos: Aprendizado, Evolu??o do Esp?rito, Reforma ?ntima. S?o prop?sitos, pois n?o terminam e s?o imut?veis. Sempre haver? o que se aprender, portanto sempre se evoluir?. Apenas Deus n?o evolui, pois ? perfeito. Exemplos de pessoas: ? Gandhi: fez de sua vida a promo??o da paz atrav?s da n?o viol?ncia. Ele abdicou de todos seus objetivos terrenos para a promo??o de seu ideal. Aos 40 anos se prop?s ao celibato. N?o se julgava digno de mudar o mundo sem antes mudar a si mesmo. Sua mulher o apoiou e se transformou numa verdadeira irm? e companheira neste sentido. Usava vestimentas simples, pois n?o se considerava no direito de faze-lo enquanto houvesse pobreza no mundo. Enfim, Gandhi n?o se importava com as conseq??ncias de sua escolha e conseguiu muitos feitos quando encarnado e desencarnado. ? Chico Xavier: fez de sua vida a ajuda ao pr?ximo sem interesse algum. Praticou o amor incondicional enquanto p?de. ? Paulo de Tarso: abandonou seus familiares, amigos, sua noiva e da riqueza para promover as palavras de Cristo ao ocidente. Passou fome, frio, foi ferido e preso in?meras vezes, mas nunca desistiu de seu ideal. Objetivos de Vida: realiz?vel, vari?vel Exemplos cl?ssicos da humanidade: ? Ter um c?njuge (namorado(a), esposa, marido); ? Comprar uma casa, um carro, casar e ter filhos. ? Criar os filhos; ? Terminar a faculdade; ? Aquisi??o de bens materiais; ? Promo??o no emprego; ? Trabalhar e trabalhar, esquecendo-se que daqui nada levamos; A maioria dos homens tem apenas objetivos de vida. Eles se esquecem que daqui nada material se leva. Coment?rios: Acredito que pessoas que apenas t?m objetivos realiz?veis levam uma vida mais puxada para provas e expia??es, ao passo que as pessoas que t?m prop?sitos de vida est?o caminhando para regenera??o, pois os obst?culos da vida, conseq?entes de suas escolhas n?o as afetam como afetariam as do primeiro caso. Os problemas sempre existir?o, o que muda ? a ?tica dos mesmos. As v?timas reclamam. Os protagonistas enxergam como oportunidades de melhoria. Mesmo assim n?o podemos julgar e rotular as pessoas. Nem todos ainda est?o preparados para ter um ideal, visto que as provas e expia??es ainda s?o muito necess?rias para que subam determinados degraus. Cada um vive o seu momento. Cabe a cada um viver da maneira que lhe convier. Certo ou errado, colher? o que plantar e eternamente assim evoluir?. Parte 2 - V?timas e Protagonistas V?timas s?o pessoas que t?m desculpas para tudo que n?o lhes agrada, por?m pouco ou nada fazem para resolver seus problemas. S?o passivos e acham que as coisas caem do c?u. Protagonistas s?o pessoas ativas que questionam, que raciocinam antes de realizar algo. Encontram nos problemas oportunidades de melhoria. N?o costumam falar mal, mas sim criticar de maneira construtivista ?queles que erram. Frases t?picas de V?timas: ? "Ele era uma alma iluminada, por isso que conseguia ser assim". ? "As pessoas n?o gostam de mim, sou feio e pobre". ? "Como posso ser feliz sem um amor e sem uma casa pr?pria?" ? "Primeiro quero pagar minhas d?vidas, depois pensarei em cuidar de mim". ? "Com uma Ferrari daquelas quem n?o gostaria dele?" Frases t?picas de protagonistas: ? "Farei o melhor que puder e qualquer d?vida lhe perguntarei". ? "N?o gostei de algumas partes de seu trabalho, o que acha se fizesse deste jeito?". ? "Aula no domingo ?s 7h? Claro, estarei por l? !!!" ? "I'll be back"- Exterminador do Futuro antes de morrer ? "Eu vou conseguir". Parte 3 - Zonas de conforto, de estresse e de impacto Zona de conforto: ? uma regi?o na qual temos dom?nio e n?o temos incertezas. Zona de estresse: ? quando voluntariamente sa?mos da zona de conforto. ? o esfor?o em mudar, em crescer. Quando maior for esta zona, maior ser? a velocidade de crescimento. Este crescimento ocorre quando primeiramente conhecemos algo melhor. Da? ent?o se inicia a trilogia: conhecer, querer e realizar. Zona de impacto: a lei do progresso ? implac?vel. Se algu?m se estaciona em sua zona de conforto a vida acaba trazendo ensinamento, na maioria das vezes, acompanhados de sofrimentos, para que a pessoa evolua na "marra". Temos uma escolha: evoluir por n?s mesmos ou ser empurrados pela correnteza da evolu??o. Novamente ca?mos em v?timas e protagonistas. N?o ? o m?ximo!!!? Parte 4 - Mapas de pessoas Cada pessoa possui seu mapa. Seu campo de vis?o perante o mundo no qual vivemos. Acontece que existem diferen?as de pontos de vista. O mapa de um cat?lico ? diferente de um budista, mas sempre existem os pontos em comum entre os mesmos. Aqueles que se v?em amea?ados quando deparam com novos pontos de vista s?o os que t?m alta resist?ncia para sa?rem de sua zona de conforto. J? os que est?o abertos ? discuss?o s?o pessoas mais flex?veis que entram na zona de estresse voluntariamente com o intuito de evoluir. Conflito de gera??es, brigas por futebol, racismo, preconceito em geral ocorrem por diferentes mapas entre pessoas. Discutir sim, brigar n?o. (Tchobi)
Postado por Tchobi
at 21:51 BRT
Updated: Tuesday, 23 November 2004 21:57 BRT
A luz que n?o se apaga
Imerso num oceano de sombras e muito facil ser levado aos faceis caminhos obscuros que este mundo oferece. Parece que quanto mais a luz e acesa, mais forte a intensidade das sombras atuantes para dissipar o brilho persistente. Como ondas do mar, ha momentos em que as sombras s?o maiores e conseguem atenuar a luz de uma maneira t?o intensa que o frio comeca a se estabelecer. Ate as grandes fontes de luz tem seus limites. Neste momento critico surge algo inexplicavel nestas grandes fontes: elas tem uma diferenca em relac?o as outras. N?o se apagam, pois s?o como referenciais. Sem elas as pequenas poderiam se dissipar por completo. Esta energia adicional que n?o permite que as grandes tochas se apaguem vem da forca interior de cada uma delas. Vem de seus atributos internos, de suas raz?es de existir. A luz pode diminuir de intensidade em qualquer fonte, mas nunca se apaga. Enquanto houver estes referenciais, enquanto houver a minima chama acesa, ainda havera esperanca para a propagac?o da luz neste mundo t?o sombrio. A chama do amor ha de iluminar todas as fontes ate que finalmente se tornem tambem independentes, adquirindo assim a forca interior para as situac?es mais criticas. Onde ha luz, sempre ha esperanca. (Tchobi)
Postado por Tchobi
at 21:38 BRT
Tuesday, 9 November 2004
N?o me disseram
N?o me disseram que para ser feliz precisaria me conhecer, Mas depois de tantas pedras o pude perceber N?o me disseram que me arriscaria ao facilmente me apaixonar, Mas as cortinas se revelaram muros num mundo perfeito onde n?o podia enxergar N?o me disseram que um amor verdadeiro seria t?o dificil de encontrar, Mas sempre o considerei quando permiti me apaixonar N?o me disseram que a pratica do bem me traria tantos obstaculos, Mas procurei releva-los com esperanca no amanh? N?o me disseram que seria incompreendido, Mas procurei compreender N?o me disseram que poderia me sentir so, Mas isto me fortaleceu para os desafios que estavam por vir N?o me disseram que as pessoas teriam mascaras, Mas percebi que eu tambem era uma pessoa N?o me disseram que certas coisas n?o deveriam ser ditas, Mas as procurei dizer a meu modo para que pudessem ser refletidas N?o me disseram que poderia ser inconveniente nestas tentativas, Mas sempre segui meu corac?o esperando que todos tambem o fizessem N?o me disseram que o Sol se poria, Mas fiz quest?o de acreditar que sua continuidade fosse a Lua N?o me disseram muitas coisas, Ent?o dediquei minha vida a uma busca sem fim, Pois se me tivessem dito n?o haveria raz?o de por aqui ter vivido. (Tchobi)
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at 21:17 BRT
Updated: Tuesday, 9 November 2004 21:23 BRT
Wednesday, 27 October 2004
Coragem e Iniciativa
E muito comum ficar esperando que as coisas caiam do ceu. E mais comodo e n?o da nenhum trabalho. Isto de fato desencadeia certos acontecimentos. O tedio, a monotonia e um consequente sentimento de revolta s?o os mais frequentes deles. A lei da ac?o e reac?o e onipresente. Sem ac?o n?o ha reac?o. Dai a necessidade de se ter coragem e iniciativa para lutar. O medo de falhar e comum, mas sem a tentativa n?o ha conquista. Antes se arrepender por algo que n?o deu certo a nunca ter tentado. O sentimento de revolta e compreensivel, mas n?o leva a nada, principalmente quando nada se fez a n?o ser esperar por milagres. A quest?o e simples: se algo n?o deu certo, paciencia, e bola para frente. Havera outras oportunidades possivelmente melhores, pois as portas n?o se fecham por acaso. Sem coragem e iniciativa a vida fica mais dificil, mas aquele que corre sem medo de pisar nas pedras e o que alcancara seu objetivo mais rapidamente, pois n?o se importa com quantas vezes tiver que cair para isso. Cada um faz o seu limite. Coragem e iniciativa a todos!!! (Tchobi)
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at 00:12 BRST
Updated: Tuesday, 9 November 2004 21:22 BRT
Wednesday, 20 October 2004
Car?ncia
Car?ncia, vazio, solid?o. Por mais momentos de felicidade que se passam quem nunca se sentiu sozinho, vazio por um momento que seja? ? da natureza humana querer um companheiro para compartilhar da alegria e da tristeza, das conquistas e derrotas, dos acertos e erros, dos altos e baixos, sempre com um objetivo em comum: o amor. Este n?o encontra barreiras, pois ? algo mais forte do que as tolices preconceituosas do dia-a-dia. Amar n?o ? f?cil. Requer constru??o, tempo, confian?a, respeito, esperan?a e cumplicidade. Para se apaixonar ? r?pido. Bastam segundos para isso. Dif?cil ? encontrar algu?m que preencha a lacuna do amor sem as cortinas ilus?rias da paix?o. A car?ncia surge basicamente por dois motivos: pela falta natural de um companheiro, vinculada a satisfa??o moral, e pela falta de equil?brio faz com que surjam paix?es que supostamente preencheriam um vazio origin?rio de outras circunst?ncias. ? comum pensarem que n?o haver? problemas quando se tiver um parceiro. H? casos em que se come?a a comer, a dormir mais, ou a viver a vida como num eterno parque de divers?es. Estes s?o sintomas onde a car?ncia ? canalizada para outros lugares e estando escondida por estes atos de fuga vive-se uma vida de ilus?es. A car?ncia pode causar aborrecimento com problemas rotineiros, isolamento, autocomisera??o, tristeza, cara fechada, mau humor, depress?o, revolta, falta de vontade e de amor pr?prio. Existem dois caminhos para estes solit?rios momentos: o ilus?rio e o real. O ilus?rio pode ser facilmente percorrido. Basta escolher o conto de fadas, idealizar pessoas. Da? que tamb?m surgem os v?cios e obsess?es. O caminho real ? o da resigna??o, ou seja, da aceita??o. Fazer-se de v?tima de nada adianta. ? preciso ter paci?ncia e entender que sem sombra, a luz n?o teria seu valor, sem a falta de que um amor faz, n?o teria o sublime gosto de que a vida ? cor de rosa quando ele finalmente surge. A busca por um amor verdadeiro est? al?m do instinto de reprodu??o da esp?cie. ? algo que diferencia o existir do viver. ? poss?vel viver sem um companheiro, ao passo que ? imposs?vel viver sem amor: seja ele fraternal ou rom?ntico. (Tchobi) "Ainda que eu falasse as l?nguas dos homens e dos anjos e n?o tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mist?rios e toda a ci?ncia, e ainda que tivesse toda f?, de maneira tal que transportasse os montes, e n?o tivesse amor, nada seria". Trecho de Cor?ntios 13
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at 01:33 BRST
Friday, 8 October 2004
Equilibrio
O equilibrio e a base para a realizac?o na vida. Filosofias radicais que costumam proibir certas coisas e as rotulam como pecado acabam por alienar seus seguidores que deixam de agir por si so e aprender com seus proprios erros. N?o existe o certo e o errado, mas sim o bom senso. O mundo dos prazeres oferece uma grande variedade de entretenimento. Infelizmente muitos se perdem neles por abusarem e se tornarem obcecados vinculando estes atos exteriores, ilusorios com a felicidade. O radicalismo de se afastar da sociedade para evitar qualquer tipo de mal e se manter puro n?o e nada saudavel, pois n?o passa de alienac?o e demonstra inseguranca perante as tentac?es. O mais forte n?o e o que se afasta das tentac?es, mas sim o que as resiste com seus ideais. E muito facil n?o se molhar no deserto. Nem muito seco, nem muito molhado. Um pouco de cada e o ideal. Gandhi foi grande n?o por ser um ser mistico, mas sim por se manter espiritualizado imerso no mundo material. Para atingir o equilibrio e preciso ter disciplina e determinac?o. Isto n?o e facil no comeco, mas os esforcos iniciais se tornam habitos quando levados a serio. N?o ha limites quando existe um comprometimento com as metas. Todos seguem rumo ao mesmo destino.Uns escolhem o caminho longo que na entrada e florido e agradavel como um sonho. Outros escolhem o caminho mais curto que nos primeiros metros contem espinhos, porem logo apos se abre como recompensa e a verdade e revelada. (Tchobi)
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at 00:59 BRST
Thursday, 7 October 2004
Amor ao pr?ximo
Na sociedade competitiva em que hoje vivemos nem sempre nos preocupamos com os que nos circundam. Por quest?es defensivas muito mais nos preocupamos com o que ? nosso: com os sentimentos, rela??o social, familiar, conjugal, conquista profissional e estabilidade financeira. Tudo est? bem quando estes quesitos est?o bem resolvidos. De fato ? importante cuidarmos de n?s mesmos, mas igualmente o ? pensarmos tamb?m nos outros. Temos os mesmos direitos e deveres perante Deus. Independentemente da posi??o hier?rquica da qual ocupamos, a responsabilidade ? a mesma, pois a lei divina ? uma s?. ? baseada no amor. Ah, o amor, o combust?vel que faz este planeta girar, que transforma o mal no bem, que fabrica l?grimas providas tanto de alegrias quanto de decep??es. Poder?amos viver na mis?ria, sem luxo, com grandes dificuldades, mas sem amor nada ser?amos. O amor est? em toda parte: no romance, na amizade, na fam?lia, na natureza, no c?u, na beleza, na verdade e tamb?m na justi?a. Ele ? onipresente. S? n?o o sente quem se fecha, pois ? t?o expl?cito quanto o brilhar do Sol ao dia e o da Lua ? noite. Muito nos falta para compreender a grandeza de Deus, mas n?o h? d?vida que o amor ? um de seus infinitos e preciosos componentes. Dizia o mestre: "Amai ao pr?ximo como a ti mesmo". Esta m?xima implica em algo impercept?vel a muitos. Nas entrelinhas oculta que o pr?ximo faz parte de n?s mesmos. Sim, existe uma liga??o entre todos e n?o ? em v?o que somos irm?os de um mesmo Pai. A m?xima ent?o poderia ser traduzida desta maneira: "Amai ao pr?ximo como a ti mesmo, pois ambos est?o unidos por um s? la?o". Se o la?o ? ?nico e ele se quebra, n?o importa onde seja, todos s?o afetados. O amor ao pr?ximo nada mais ? do que o amor a si mesmo. Estando todos num mesmo barco, preocupar-nos apenas com aquele metro quadrado sob o qual estamos n?o ? garantia de que permanecer? sob a ?gua. Esta garantia apenas surge quando toda a ?rea do barco passa a ser de igual import?ncia. Aqui se comprova o porqu? de termos os mesmos direitos e deveres perante Deus. Amar a todos n?o ? uma tarefa f?cil, afinal h? casos em que este amor n?o ? correspondido. ? importante que haja persist?ncia, pois rebater o mal na mesma moeda demonstra igual inferioridade, ao passo que faze-lo com amor ilustra superioridade e tamb?m serve de exemplo para a reforma do ofensor. Uma corrente de amor amplificada ? capaz de reformar o mundo inteiro. Mesmo com todas as injusti?as que ainda perduram, elas n?o t?m for?as para vencer o amor que ilumina este planeta. Ele ? forte n?o s? pelo fato de Deus existir, mas sim pela sua onipresen?a que ultrapassa os limites materiais e penetra o interior de cada ser que aqui habita. O mal pode ser forte, mas ? finito. O bem pode ser minorit?rio, mas por onde passa ? infinito. (Tchobi)
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at 00:30 BRST
Wednesday, 29 September 2004
Reforma Intima
Este tema e algo t?o profundo que chega a ser um dos principais motivos da vida. Ao contrario do que parece a vida n?o e um parque de divers?es onde o objetivo de todos os esforcos termina exclusivamente em entretenimento. A reforma intima e o caminho para a plenitude, para a utopica felicidade plena que todos buscam. Esta reforma comeca dentro de cada um e vai se transmitindo como uma corrente de benevolencia entre as pessoas interagentes. Esta corrente atinge ent?o um grupo, logo apos, varios grupos, cidades, paises e finalmente o mundo. Quando estes tempos chegarem havera algo muito incomum nos dias atuais: os egoistas, orgulhosos, mesmo que poderosos, ser?o todos marginalizados, ignorados ate decidirem se reformar. Muito se reclama dos governantes, dos chefes, dos lideres de grupos lhes atribuindo a culpa da atual e dificil situac?o em que cada um se encontra. Seriam apenas eles os responsaveis? Seria racional culpar o sistema por toda a injustica existente no mundo? Obviamente que estas quest?es exteriores contribuem para tal, mas a verdadeira origem de tudo isso se encontra no interior das pessoas, que s?o celulas de um enorme conjunto que forma um todo: a sociedade em si. Se o todo e como e, ent?o isso ocorre como consequencia de sua constituic?o: por suas celulas, ou seja, por pessoas. A reforma intima passa ent?o a ser n?o mais algo facultativo, mas sim uma necessidade para a t?o sonhada mudanca que se espera neste planeta. Todos possuem fraquezas. Suaves ou acentuadas, todos as possuem e cabe a cada um identifica-las e convida-las para um duelo. Este duelo e doloroso, mas perante os nobres resultados decorrentes de tanto esforco, esta longa caminhada rumo ao topo da montanha e algo extremamente recompensador. Olhar para a tras e perceber que a caminhada, mesmo que repleta de obstaculos, serviu para guiar a um nivel mais elevado e algo maravilhoso, ao passo que perceber que depois de tanto tempo o nivel continua sendo o mesmo ja seria algo frustrante que leva a lamentac?o e ao remorso. Felizmente nunca e tarde para esta t?o importante reforma. (Tchobi)
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at 00:12 BRST
Wednesday, 22 September 2004
Fazendo sua parte
Muitos alegam n?o poderem ajudar ao proximo por falta de recursos. Existe uma falsa mentalidade de que so se pode faze-lo quando n?o mais existem problemas financeiros. De fato existem aqueles que mal tem recursos para comer e n?o teriam como contribuir neste aspecto. O que falta perceberem e que cada um pode fazer sua parte sendo rico ou pobre, doente ou sadio, feliz ou infeliz, sendo como for, pois todos possuem qualidades que podem ser muito uteis para determinadas situac?es. O mundo n?o carece de dinheiro, mas sim de justica. N?o carece de homens, mas sim de seres humanos. A humanidade e algo imaterial que vale mais do que qualquer bau cheio de ouro. E algo t?o impar que quanto mais e compartilhada mais aumenta sua intensidade. A pratica humanitaria pode ser colocada em vigor a qualquer momento sem perda material alguma. Alguns exemplos disso: a palavra amiga e consoladora, o companheirismo, o amor ao proximo e a vida, entre muitos outros. Sem sombra de duvidas se estas praticas se espalharem, muitos problemas, consequentes da ambic?o dos tempos de hoje, diminuir?o, pois quando o egoismo e deixado de lado a preocupac?o com o proximo se torna t?o importante quanto a consigo mesmo. Enfim, nunca e tarde para uma boa ac?o, desde que seja do fundo do corac?o, pois enganar a si mesmo corroi o corac?o ao longo do tempo. (Tchobi)
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at 00:08 BRST
Sunday, 19 September 2004
Verdadeira pureza. M?os n?o lavadas
"Enquanto ele falava, um Fariseu pediu-lhe que jantasse em sua casa; e Jesus para l? se dirigindo, colocou-se ? mesa. O Fariseu come?ou ent?o a dizer para si mesmo: Por que n?o lavou as m?os antes do jantar? Mas o Senhor lhe disse: V?s outros, Fariseus, tendes grande cuidado em limpar o exterior do copo e do prato: mas o interior de vossos cora??es est? cheio de rapinas e de iniq?idades. Insensatos que sois! Aquele que fez o exterior n?o fez tamb?m o interior? (S?o Lucas, cap. XI v.37 a 40)". Neste trecho se encontra uma bel?ssima li??o. A verdadeira pureza n?o se encontra no exterior, no aparente, no ilus?rio, mas sim no interior, na ess?ncia de cada um. De que adiantam atos exteriores se interiormente nossos cora??es permanecem se enganando? "Toda planta que meu Pai celestial n?o plantou ser? arrancada". Os hip?critas podem enganar muitos por muito tempo numa vida de apar?ncias, mas a verdade os derrubar? mais cedo ou mais tarde. Quanto mais subirem com bases ins?litas, maior ser? a queda. "Deixai-os; s?o cegos que conduzem cegos; se um cego conduz um outro, ambos caem no fosso". Cuidemos para que nossas bases sejam as mais puras poss?veis para que nossas inevit?veis quedas n?o sejam t?o intensas a ponto de afetar ao pr?ximo. Quanto melhor estivermos conosco mesmos melhor poderemos estar com os que nos circundam. A verdadeira pureza, ent?o, ? algo n?o palp?vel, cultiv?vel interiormente que independe do exterior. Que cada um encontre um meio de cultivar boas sementes, dentro de seus limites. (Tchobi)
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at 23:08 BRST
Updated: Sunday, 19 September 2004 23:20 BRST
Tuesday, 31 August 2004
Na lim?trofe entre o percept?vel e o impercept?vel
No mundo real existe o percept?vel e o impercept?vel. O primeiro ? incontest?vel, j? o segundo gera grandes diverg?ncias. As religi?es se baseiam neste transcendentalismo. Muitas s?o extremamente razo?veis e at? experimentadas por pessoas que sa?ram e regressaram deste plano. A psicologia poderia explicar como alucina??es ou ilus?es criadas pela mente. A teoria de que temos um esp?rito ou algo al?m do corpo faz muito sentido. O corpo ? feito de mat?ria. A mat?ria ? feita de ?tomos. Os ?tomos, desde os prim?rdios, nunca tiveram a capacidade de pensar, muito menos a de criar. Eles sofrem rea??es qu?micas que se enquadram nas leis desta terceira dimens?o. O ser pensante que existe em n?s, animais, esta al?m do mundo material que conhecemos. Ele se encontra na lim?trofe da terceira com a quarta dimens?o. Os cinco sentidos englobam apenas o mundo material, mas a chave que nos leva a crer num mundo paralelo e imaterial s?o nossos sentimentos, nossas emo??es, nosso conhecimento e sabedoria. N?o cabe discutir como s?o estas outras dimens?es, por?m todas religi?es falam do autoconhecimento, da bondade, do crescimento interior, do desapego. A felicidade que tanto almejamos ironicamente n?o se encontra na mat?ria, pois se assim fosse todos os ricos seriam felizes e o contr?rio tamb?m ocorreria. Esta paz de esp?rito est? exatamente no transcendentalismo. O desapego conseq?ente disso nos torna inertes ?s frustra??es decorrentes deste mundo, pois dificilmente se tem tudo. A sensa??o de vazio ? infinita e da? a car?ncia vista na maioria das pessoas. Este vazio n?o pode ser preenchido materialmente, porque carece de amor. Este amor ? invis?vel e apenas os que cr?em no "esp?rito" poder?o encontrar a verdadeira paz. As religi?es n?o se enganaram quanto a isso, por?m n?o t?m como provar cientificamente. N?o podemos saber ao certo o que nos espera ap?s a passagem neste plano, por?m as palavras benevolentes dos grandes avatares que aqui viveram condizem demasiadamente com o tesouro almejado da felicidade. Fazer o bem ? algo inerente ao ser humano. Quando ele n?o o faz n?o consegue se sentir em paz. A pr?tica do mal, do ego?smo pode at? parecer confortante, mas ? t?o ilus?ria que os frutos desta colheita fazem com que o praticante se sinta v?tima e n?o respons?vel por seus atos. N?o haveria l?gica em resumir todo o Universo somente naquilo que o homem pode identificar. O transcendental existe. Como ele ? n?o h? como ainda identificar. Talvez n?o haveria nem como ser entendido com nossa atual limitada linguagem, mas a pr?tica do bem, esta sim, al?m de entendida, ? sentida e est? em nossa pr?pria denomina??o: ser humano. (Tchobi)
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at 21:27 BRST
Monday, 23 August 2004
As adversidades fortalecem
Em cada instante decorrido bilh?es passam por algum tipo de adversidade. Seja sutil, casual ou intensa em essencia tem uma so raz?o: o fortalecimento. Por mais ironico que pareca o Criador, com seu amor imensuravel, manifesta sua misericordia permitindo que crescam com estes obstaculos. E de uma genialidade alem da compreens?o humana, pois o melhor tipo de aprendizado e o que ocorre por si so. Uma crianca n?o pode resolver uma prova de fisica, porem um adulto tem esta capacidade. O mesmo ocorre com cada pessoa. Os fracos lidam com obstaculos sutis, ja os fortes com os mais intensos. N?o e a toa que Jesus n?o quis fugir da crucificac?o. Ele teria todos os meios para faze-lo, mas sua forca interna era t?o intensa que estava muito alem deste plano material. Paulo de Tarso perdeu o amor de sua vida, sua familia, seu status e se manteve firme ate o ultimo momento. Buda abdicou de seu futuro reinado para auxiliar os pobres de espirito. Gandhi abdicou de todo seu conforto material, de seu apego familiar, para se dedicar a causas sociais. Todos eles podem ter sofrido seja na quest?o material, do ego ou do apego, porem nunca se deixaram abalar, pois sabiam que estavam amparados pelo Criador. No mundo material existem variados tipos de adversidades: uns passam fome, outros ficam doentes, outros perdem parentes, outros s?o roubados, enganados, desmoralizados, dentre outras. Como seres eternos, quando fortalecidos pela fe divina e cada vez mais desapegados pelas quest?es mundanas, ao se experimentar qualquer tipo de dor, a mesma se dissipa perante a verdade da lei do amor. Se um pai terrestre faz tudo por seu filho, que dira sobre os planos baseados no infinito amor que o Criador reserva para cada filho? Portanto, as adversidades fortalecem na medida do possivel para cada um. Elas s?o relativas. Enquanto uns suportam muito outros n?o teria tamanha forca interna. Esta que se amplifica infinitamente quando ligada a luz divina. As sombras existem para serem iluminadas. Cada adversidade superada implica numa sombra a menos para a luz da verdade. Sem luz n?o ha sombras e sem sombras n?o ha luz. (Tchobi)
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at 22:35 BRST
Sunday, 15 August 2004
A compreens?o alheia
A conviv?ncia com pessoas gera in?meros problemas. A partir do momento em que se vive o surgimento de adversidades ? fatal. Seja no trabalho, em casa, entre os amigos, sempre haver? discord?ncia. Existem pessoas que pensam semelhantemente, mas cada um possui sua individualidade. Dentre esta gama variada de personalidades se encontram pessoas de todo tipo: simp?ticas, vaidosas, egoc?ntricas, ego?stas, mal humoradas, el?tricas, s?rias e tamb?m com um pouco de cada. Da? a origem destes conflitos. Isto poderia ser evitado com mais facilidade se houvesse respeito ?s diferen?as de cada um. Se apenas um lado tiver isto em mente, uma situa??o problem?tica passa a ser vista como casual, pois se compreende que o pr?ximo age desta maneira n?o por maldade e sim por n?o ter em mente determinados valores. A rea??o mais freq?ente ? o aborrecimento, mas ao se entender que o pr?ximo n?o percebe ou n?o quer enxergar o mal que est? fazendo, o fato ent?o se torna compreens?vel. N?o se culpa uma crian?a por derrubar um vaso. Aos poucos, os aborrecimentos com terceiros v?o se transformando em compreens?o.Ao inv?s de se rebater uma ofensa na mesma moeda, muito mais superior seria uma conversa franca tentando fazer com que se enxergue onde est? o erro. Se isto n?o se resolver de imediato, um dia se resolver?. "?gua mole, pedra dura tanto bate at? que fura". Rea??es superiores sensibilizam o ofensor, j? as inferiores revanchistas e ofensoras alimentam a inferioridade de ambos. Se o revanchismo fosse substitu?do por amor e compreens?o isto passaria a ser transmitido por todo o mundo e um caminho para a t?o sonhada harmonia estaria tra?ado. Como dito nas escrituras: "N?o julgue para n?o ser julgado". Est? m?xima implica que s? um ser perfeito teria moral para julgar um ato imperfeito, por?m o mais freq?ente ? que muitos julgam e poucos se enxergam. Portanto, visto que n?o existem pessoas perfeitas, a compreens?o alheia passa n?o mais a ser facultativa, mas sim obrigat?ria para que a justi?a se instale na sociedade. (Tchobi)
Postado por Tchobi
at 20:07 BRST
Updated: Sunday, 15 August 2004 20:08 BRST
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